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Como vocês conseguem respirar aí?

Alguém de São Paulo que passar por esse blog, por favor, responda a essa pergunta.
Escrito por Bárbara às 15h38
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“Foi-se o tempo em que ainda pequenos podíamos brincar nas ruas, ir às casas da vizinhança ou comprar pão na padaria da esquina sozinhos. Foi-se o tempo em que podíamos confiar em estranhos que nos ofereciam balas ou nos perder na praia, pedindo ajuda a qualquer adulto a nossa volta. Foi-se o tempo em que já grandes, podíamos andar pelas ruas fazendo a nossa digestão do jantar. Ou que podíamos colocar nossas cadeiras na calçada e jogar conversa fora com os passantes. Ou apenas andar com os vidros dos carros abertos...Foi-se o tempo em que as coisas eram mais simples e os ladrões eram apenas maus. Ou que acreditávamos, talvez de forma inocente, que eles transitavam em locais distantes e que havia pessoas de bem governando nosso país”. Mara Mourão, cineasta
“Foi-se o tempo em que acreditávamos que o mundo acabava, ao invés de acabar com ele; foi-se o tempo em que não tercerizávamos nossas relações, ao invés de cultivá-las; foi-se o tempo em que tínhamos de conviver com características físicas que não gostávamos, ao invés de escolher a cor dos olhos, o tamanho do nariz, dos seios...Foi-se o tempo em que não tínhamos medo de correr riscos, enquanto hoje nos enclausuramos com ele, cultivando doenças modernas como estilo de vida”. Wellington Nogueira, fundador dos Doutores da Alegria.
“Foi-se o tempo em que o verde da bandeira representava nossas matas. Hoje há o cinza da devastação”. Heródoto Barbeiro, radialista.
Foi-se o tempo em que podíamos usar a expressão “fim do mundo” como uma coisa longínqua, resultado da explosão solar ou de acordo com descrições de profecias. Agora o fim do mundo está próximo e é resultado da nossa ambição, da nossa alienação, da nossa ignorância. Foi-se o tempo em que as crianças tinham infância longa e começavam a sofrer com a realidade mais tarde. A adolescência está chegando muito depressa e fala-se por aí até em ‘stress infantil’. Foi-se o tempo em que acreditávamos que democracia era o ‘governo do povo, pelo povo e para o povo’. Foi-se o tempo em que os estudantes pintavam as caras e saíam de suas vidas alienadas para irem às ruas protestar. Foi-se o tempo em que os estudantes se interessavam por algum assunto relacionado à sociedade. Aliás, foi-se o tempo em que algumas pessoas ainda preocupavam-se com assuntos que não fizessem parte de suas próprias vidinhas. Foi-se o tempo em que crimes hediondos não faziam parte do noticiário todos os dias. Foi-se o tempo em que tínhamos medo da guerra, que parecia distante. Hoje, ela está em toda parte. Foi-se o tempo em que o Rio de Janeiro era mais conhecido por sua beleza do que pela violência.
Cuidem do mundo. Meu filho (a) vem aí para viver nele.
Bárbara
Escrito por Bárbara às 14h00
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Educação européia

Depois dizem que europeu é que tem boa educação. Quer coisa mais selvagem do que destruir uma obra de arte?
A escultura acima é de Antoni Gaudí e está localizada no centro de Barcelona. Vândalos danificaram a cabeça e o dorso da escultura, provavelmente com uma barra de ferro. (UOL)
Escrito por Bárbara às 13h31
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Essa é do UOL Viagem:
Passageiro não embarca por causa de camisa contra Bush; comente
Allen Jasson foi proibido de embarcar em um vôo da companhia australiana Qantas por usar uma camisa com a imagem do presidente dos EUA, George W. Bush, e a frase: “terrorista número um”. Jasson já tinha passado pela mesma experiência em dezembro do ano passado.
Ele estuda a possibilidade de processar a empresa aérea por impedir o exercício da liberdade de expressão. A Qantas diz que "os comentários que possam ofender outros clientes ou ameaçar a segurança nos aviões do grupo Qantas não serão tolerados, sejam verbais ou por escrito".
Ui, ui....
Liberdade de expressão: direito de se manifestar opiniões livremente, salvo os casos de incitação ao ódio racial, étnico, religioso ou à violência.
Me parece que a mensagem contida na camisa do dito cujo não se enquadrou em nenhuma dessas características. Bush é uma figura pública e política e não me parece ofensivo nem violento que um cidadão possa expressar sua opinião sobre as atitudes de um presidente.
Eu, particularmente, A-DO-RO essas camisetas polêmicas. Uma vez, uma marca - acho que foi a Vide Bula - lançou uma camiseta com o Bush com nariz de palhaço. Um charme.

Aí está a camiseta, se puderem enxergar. Não achei outra foto satisfatória.
Abaixo da foto está escrito: "The world is not a joke" - O mundo não é uma piada.
Escrito por Bárbara às 09h33
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Olá pessoal!!!
Hoje não vamos falar de políticos feios e malvados. Vamos falar um pouco de atitude...que tal?! Olha esa última da Adriane Galisteu:
"Cafona é se endividar para estar na moda", diz Adriane Galisteu (UOL/Estilo)
Adriane Galisteu, sentada na primeira do desfile da Redley, último desfile de quinta-feira (18) do Fashion Rio, sobre o que é estar na moda:
"A moda tem muito a ver com seu gosto e principlamente com seu bolso, pois não existe nada mais cafona do que se endividar para estar na moda...
Hummm...que vergonha hein? É o que eu falei da classe mérr....lembram? Ainda mais agora, nessa época de "crise", o que tem de gente fazendo dívida para continuar comprando suas roupitchas de marca. E não é só mulher não, viu?
Na verdade, como somos um povo adepto da indústria cultural, esse fenômeno atinge praticamente todas as classes sociais.
Aí vai a dica da Galisteu: "Antes de comprar alguma coisa que você viu nos desfiles, dá uma geral no seu guarda-roupa, que com certeza algo você vai achar que tem a ver com o momento".
Ou seja, não adianta babar no último modelo Versace ou Carmin que você ver na Adriane por aí. Ele não é pro seu bico.
Use e abuse da sua criatividade. Esteja sempre com um corpo saudável e tenha bom gosto. Essas coisas não se compram e com elas você fica bonita (o) até coberta (o) por um lençol velho.
Escrito por Bárbara às 14h11
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De vez em quando, colocarei aqui no blog, frases célebres que merecem destaque. Espero que gostem das “alfinetadas”. Na verdade, dividirei em duas partes: as frases realmente célebres e aquelas que: é melhor ser surdo a ouvi-las.
Demorou...
“A margem de lucro que essas concessionárias operam só tem comparação com o tráfico internacional de drogas. Apenas ele dá um lucro maior do que você ser hoje concessionário de um trecho de rodovia por 20 ou 30 anos". Aurélio Rios, subprocurador-geral da República, criticando nesta quinta-feira, o modelo de concessão pública de rodovias.
Comentário da Ba:
Demorou para alguém avacalhar o lucro exorbitante que as concessionárias de pedágio têm há anos, devido aos absurdos contratos firmados durante o governo de você-sabe-quem, você-sabe-quando.
É melhor ser surdo
"Imaginar comparações de que concessão de rodovias e pedágios têm a mesma rentabilidade do tráfico de drogas é desconhecer completamente a realidade do que está sendo idealizado para o país". Paulo Godoy, presidente da Abdib (Associação Brasileira da Infra-Estrutura e Indústrias de Base), reagindo ao posicionamento do Ministério Público.
Comentário da Ba:
Vamos compará-la a que (a rentabilidade)? O cara poderia ter dado alguma sugestão, já que a população não tem idéia de quanto de seu dinheiro está sendo realmente necessário para a manutenção de estradas e quanto está sendo “lucrado” (leia-se, indo para os bolsos alheios).
Vamos ler mais sobre isso, pessoal?
Podemos começar com esse texto:
http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI1065636-EI6609,00.html
Mais em breve!!!!!!!!!!!!!
Escrito por Bárbara às 16h00
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No começo de um novo ano que se inicia, as palavras-chave devem ser coragem e otimismo. Vamos torcer para que assistir à "Retrospectiva 2007" não seja um passatempo tão penoso como está sendo esse ano. Dos desastres de avião às aterrorizantes cenas de guerra e terrorismo americano no Oriente Médio. Natureza que mata, polícia que rouba, mãe que joga o filho fora. Como diz minha avó: É o fim dos tempos.
Mas, vamos em frente pessoal. Vamos ouvir música e comemorar...Fiquem com um Chiquinho Buarque para relaxar...Adeus ano velho, feliz ano novo!

Ano Novo
Chico Buarque
O rei chegou e já mandou tocar os sinos Na cidade inteira É pra cantar os hinos Hastear bandeiras e eu que sou menino muito obediente
Estava indiferente Logo me comovo Pra ficar contente Porque é Ano Novo Há muito tempo que essa minha gente vai vivendo a muque É o mesmo batente, é o mesmo batuque Já ficou descrente É sempre o mesmo truque E quem já viu de pé
O mesmo velho povo Hoje fica contente porque é Ano Novo A minha nega me pediu um vestido novo e colorido Pra comemorar eu disse: Finja que não está descalça Dance alguma valsa Quero ser seu par E ao meu amigo que não vê mais graça Todo ano que passa Só lhe faz chorar Eu disse: Homem, tenha seu orgulho Não faça barulho O rei não vai gostar E quem for cego veja de repente Todo o azul da vida Quem estiver doente Saia na corrida Quem tiver presente Traga o mais vistoso Quem tiver juízo Fique bem ditoso Quem tiver sorriso Fique lá na frente Pois vendo valente e tão leal seu povo
O rei fica contente Porque é Ano Novo
Escrito por Bárbara às 14h11
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Olá pessoal!! Voltei, depois de umas férias...
Antes de mais nada, quero esclarecer que não sou conivente com tudo o que o Fernando Rodrigues escreve, mas dessa vez, ele fez um gol de placa. Aí vai a coluna dele da Folha de hoje, que também está disponível no blog do UOL.
O Congresso e a sociedade
BRASÍLIA - O Supremo Tribunal Federal derrubou o aumento salarial de 91% autoconcedido por deputados e senadores. O reajuste caiu porque era ilegal. Não houve relação com uma suposta pressão da sociedade.
A mobilização dos brasileiros até agora se restringiu a reportagens na mídia, e-mails em profusão e alguns gatos pingados gritando em cidades grandes. Pouco para mudar a opinião dos políticos.
Sobre cidadania e capacidade associativa, pesquisa Ibope revelou um cenário assustador -ressaltado ontem pelo prefeito do Rio, César Maia. "Trabalha para um partido político ou candidatos, mesmo que seja como voluntário?", perguntou o instituto -91% responderam "nunca" ou "quase nunca".
"Trabalha pela defesa de propostas ou idéias que afetam a sua vida ou a de sua comunidade?", foi outra questão. Nesse caso, 79% disseram "nunca" ou "quase nunca".
Diante desse limbo, o Congresso vota hoje uma medida a respeito dos salários de deputados e senadores em 2007. O aumento deve ser menor. O estipêndio seria de "apenas" cerca de R$ 16,5 mil.
(...)
O valor final dos salários será o menos importante hoje. A farra gastadora continuará igual nos bastidores. E o brasileiro médio, esse ser bondoso e cordial, não ficará sabendo nem vai se importar.
É pessoal...está na hora de se ligar...
O puxão de orelha serve para muitos, inclusive para mim, já que também faço pouco. Por isso, convido a todos a refletir sobre seu papel no mundo, no Brasil. Outro ano vem aí, essa é a hora. Como diz a globo: "O futuro já começou".
Escrito por Bárbara às 14h11
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Pessoal! Hoje é meu aniversário!!! Então não vamos falar de políticos, desonestos, pobreza de espírito, coisas ruins...
Eu gostaria de agradecer àqueles que lêem esse blog (que agora são poucos pq o blog não está mais entre os mais legais da UOL). Obrigada a todos!! E saibam de uma coisa: Daqui a pouco acompanhem mais críticas ferrenhas!!!!
Escrito por Bárbara às 00h41
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"Na hora de criticar todo mundo tira a vergonha do bolso e põe na cara"
A regra agora é levar vantagem.
Explico: todos gostam muito de reclamar do governo, das autoridades e até mesmo do próximo, mas na verdade, ninguém ajuda, só atrapalha. Se o cenário é de corrupção, por exemplo, o que as pessoas mais fazem é perpetuar a situação. Um colega da classe média, me disse que toda a sua família fazia parte do “Fome Zero”. Eu (pasma) falei pra ele que só podia ser mentira e ele concordou. Mas, mesmo se for mentira dele(tomara), isso acontece de verdade. Quem não conhece alguém, cidadão comum, dito honesto e bom samaritano, crítico ferrenho das atrocidades do governo, que tenha levado alguma vantagem com a política da corrupção? É só abrir os olhos e veremos pessoas da classe média (mérdia) com Fome Zero, com casa popular, com terra desapropriada. Essas mesmas pessoas são aquelas que estão criticando o governo, a corrupção. Na hora de criticar, todo mundo tira a vergonha do bolso e põe na cara. Mas a verdade é que, se a regra é levar vantagem, os políticos estão apenas seguindo-a.
Escrito por Bárbara às 11h12
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Pra quem não viu
Essa foto está na primeira página do UOL hoje, com a seguinte legenda: Manifestantes indianos protestam contra o presidente norte-americano, George Bush, e a sentença de morte imposta ao ex-ditador iraquiano Saddam Hussein. A faixa à direita traz "Atire em Bush, não em Saddam".

Só para constar, a legenda do UOL está errada. 'Hang Bush, not Saddam' significa na verdade, 'Enforquem Bush, não Saddam'
Escrito por Bárbara às 13h45
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Só para completar...muitas vezes o mérdio também não tem nem onde cair morto e ainda acha que está por cima da carne seca.
Escrito por Bárbara às 09h34
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Nota de esclarecimento: classe 'mérdia'
Só para esclarecer qualquer mal entendido, classe 'mérdia' não é igual a classe média. A classe mérdia é encontrada dentro da classe média ou da classe alta. Os 'mérdios' são aqueles que vivem suas vidas medíocres tentando diferenciar-se da massa popular. São aqueles que entram em depressão só de pensar que podem ficar menos ricos algum dia. São os que se arrepiam em pensar que um dia, um pobre poderá frequentar o mesmo lugar que ele, usar a mesma roupa que ele ou ter o mesmo nível de estudo que ele, e dessa forma ele não será melhor em nada. Enfim, o mérdio não se mistura.
Na verdade ninguém gosta de ficar pobre e minha aversão aos tipos 'mérdios' não é um elogio à pobreza. O classe mérdia é um tipo 'Cobras e Lagartos', sabem? É a corrida atrás do dinheiro, é o medo do trabalho, é o repúdio ao pobre. Através da crítica da novela, percebemos que esse tipo de comportamento já está um pouco fora de moda, e vai ficar ainda mais. A tentativa forçada de diferenciar-se da massa popular, não é mais uma coisa bonita. Afinal, se tivermos um país mais justo e com igualdade social, estaremos todos no mesmo barco. O caso é que tá cada vez mais down na high society.
Escrito por Bárbara às 15h55
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Melhor ouvir isso do que ser surda?
Hoje, durante a programação da rede Globo, Alexandre Garcia, comentarista político da emissora, fez várias aparições e vários comentários. Muitas vezes, ele atribuiu a vitória do Lula ao voto dos mais pobres, mas o que me chamou a atenção, foi o que ele afirmou como motivo pelo qual eles votaram no petista. Segundo Garcia, o pobre votou no Lula por medo de perder os benefícios ganhos durante os últimos quatro anos e não por motivo ideológico. Pois bem, esse é o mesmo tipo de opinião que os ‘mais ricos’ (ou classe mérdia como diz meu pai) têm sobre o mais pobre. De fato, o pobre escolheu o Lula por causa dos privilégios dados às camadas inferiores. O problema que cerca esse fato é o tal “preconceito de classe”. Tenho ouvido por aí muitas pessoas dizerem: “o pobre se contenta com pouco e vota no Lula”.
Então, pobre não tem ideologia, não é? Espero que a estrela global tenha saído por aí e ouvido algumas opiniões populares a respeito de política e partidos. A verdade é que o pobre tanto não tem ideologia, que não votou em Alckmin porque sacou que a ‘ideologia’ do PSDB não é governar para pobre. E se o rico votou no Alckmin para garantir o seu, o pobre votou no Lula pelo mesmo motivo. Mas, é mais fácil para o rico dizer que “pobre se contenta com migalha”, “pobre não tem ideologia”, “pobre nem sabe ler nem escrever e vai votar no Lula pra atrapalhar o país”, pois o cara ‘mérdio’ diz-se mais inteligente, mais culto e mais bonito. E o tom reprovador do Garcia ao fazer o comentário propriamente dito confirma esse tipo de pensamento. É como se ele disse a mesma coisa que a classe ‘mérdia’ anda dizendo por aí, e por incrível que pareça, tal bobagem ainda aparece na televisão! Para todos nós ouvirmos...Rede Globo, meu ouvido não é penico!!
Escrito por Bárbara às 21h50
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Essa é só para refrescar a memória dos brasileiros...e para aqueles que acreditam na mais nova retórica do Alckmin (colocando cenas de uma família honesta brasileira em sua propaganda). Caso ele não saiba, a família brasileira simples e honesta (que também não é maioria) está acima dessa papagaiada que as campanhas políticas fizeram esse ano. O pessoal não está mais caindo nessas de honestidade...

*E essa é para quem acredita na Veja. Ou acredita no que quer acreditar. A Veja muitas vezes é mentirosa e anti jornalística. Mas, como muitos ainda a lêem, vai aí uma capa interessante que um amigo me mandou por email.
Escrito por Bárbara às 09h40
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